Elvis não morreu!

Elvis não morreu!

Conforme é mais ou menos consenso entre os investigadores, jornalistas e fãs, em sua última noite entre nós, 15/08/77, o Rei Elvis Presley foi ao dentista por volta das 23 horas – algo comum para ele, em razão da agenda lotada e da complexa logística envolvida em suas idas e vindas.

Após “lustrar a dentadura”, ele voltou pra casa e se distraiu jogando um pouco de tênis (algo em que ele deve ter falhado miseravelmente devido à sua então condição física precária) e tocando algumas canções no piano. Por volta das 4 da madrugada do dia 16 de agosto, foi dormir e no entorno das 10 horas “Elvis, The Pelvis” teria ido ao banheiro. Sim, as necessidades fisiológicas também atrapalhavam o sono do mito.

O esforço empregado para que pudesse fazer o nº 2, aliado aos seus maus hábitos alimentares (ele adorava sanduíches repletos de pasta de amendoim com manteiga) e uso de drogas lícitas e ilícitas, fizeram seu coração falhar.

A morte precoce de Elvis Aaron Presley surpreendeu a todos e logo os fãs se aglomeraram em frente a mansão, onde prestaram as últimas homenagens. Talvez por não se conformarem com a triste realidade, muitas pessoas começaram a criar teorias da conspiração, dando conta de que sua morte não passara de uma farsa, e que o Rei do Rock só tinha dado no pé.

Uns dizem que ele teria ido para a Argentina, outros dizem ter recebido cartas assinadas por ele após a data de sua morte, enquanto outros alegam que o cadáver que foi velado era um boneco. Por essa razão o caixão, maior que a média, abrigaria um sistema de refrigeração para não deixar a cera derreter.

Jamais conseguiram provar que o Rei possa ter comemorando os seus 83 anos em 2018, num canto qualquer do mundo. O que se sabe é que os royalties referentes à sua obra arrecadaram 27 milhões de dólares só no ano passado.

Elvis morreu? Claro que não, afinal as lendas não morrem. Elvis vive em nossos corações!

 

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