Sobre o apogeu e queda de Lula, o megalomaníaco

Sobre o apogeu e queda de Lula, o megalomaníaco

Acabo de ouvir o discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. E a conclusão que eu tiro do mesmo, é que ele sofre de megalomania. Ou seja: Tem transtorno psicológico definido por delírios e fantasias de poder.

Alguém que alega: “Eu não pararei porque eu não sou mais um ser humano. Eu sou uma ideia (…) Não adianta tentar evitar que eu ande por esse País, porque tem milhões de Lulas (…) para andar por esse País (…) Quando eu parar de sonhar, eu sonharei pela cabeça de vocês (…) Não adianta achar que tudo vai parar o dia em que o Lula terá enfarte. Porque o meu coração baterá pelo coração de vocês”, tenta se qualificar ao Panteão da História, onde se encontram somente aqueles que são grandes.

Lula se esqueceu do ‘Lulinha Paz E Amor’ que o levou ao Palácio do Planalto em 2002 e voltou a ser o ‘Companheiro Pré 1989’, que perdeu 3 eleições presidenciais em razão de causar medo e receio por seus discursos de ódio e de incentivo ao crime, estimulando seus seguidores a “queimar pneus” e fazer ocupações.

Durante a nossa história enquanto Nação, outros ex-presidentes sofreram restrições de liberdade. O marechal Hermes da Fonseca viu o sol nascer quadrado por seis meses graças a uma decisão do então presidente Epitácio Pessoa. Já em 1932, durante a Revolução Constitucionalista, Arthur Bernardes ficou detido por dois meses. Juscelino Kubitschek foi detido em 1968, ficando nove dias em um quartel e um mês em prisão domiciliar, em razão do Ato Institucional Número 5. Jânio Quadros passou 120 dias encarcerado também em razão do famoso AI-5. Washington Luís, por sua vez, foi o único Presidente da República a ser detido ainda no exercício da função. Ele foi deposto pela Revolução de 1930 e forçado a abandonar o Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro.

Dessa digressão histórica, concluímos que Lula é somente o sexto Presidente da República a ser preso, mas o primeiro em razão da prática de um crime comum e desprovido de qualquer manto ideológico ou moral: Corrupção.

No grande fim das coisas, trocando em miúdos, podemos dizer que apesar de todo o esforço do Partido dos Trabalhadores e da Esquerda como um todo, os fatos são os fatos e a verdade é uma só: O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC viu Lula entrar para ser grande e sair para ser pequeno.

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