Uooooop!

Uooooop!

Quem convive comigo sabe que tenho o costume de substituir as palavras “oi”, “olá”, “e aí” e afins, por um sonoro “uoooooop”.

O que eu nunca havia pensado, é que tinha gente que poderia não sacar de primeira o significado dessa minha marca registrada, por assim dizer!

Hoje, quando conversava com o querido amigo Jorge Maluf, ele me questionou o porquê de eu sempre dizer “uoooooop” para as pessoas mais queridas.

Foi aí que eu lhe expliquei que quando eu era pré-adolescente, fiz amizade com um cara chamado Fábio Contrera, que é meu amigo do peito até hoje. Fui padrinho do seu casamento com a Júlia, inclusive.

Acontece que o Fábio morava numa casa bem grande, com um quintal daqueles bem legais. Lá, tinha o caseiro, Sr. Juarez, que lamentavelmente já não está mais entre nós.

Juarez era um senhor troncudo muito legal, que nos ensinava as coisas bacanas da vida, tais como trabalhar em madeira, mexer no motor dos carros, cortar a grama e fazer cassetetes, dentre outras menos publicáveis, mas muito legais.

Mas Juarez, sobretudo, era um caipira raiz, como dizemos nos dias de hoje. E ele, ao invés de falar “oi”, “olá”, “e aí” e tal, gostava de soltar o seu sempre bem-humorado “uoooooop”.

A partir daí, Fábio e eu decidimos adotar o “uoooooop” em nosso vocabulário – sobretudo após a morte do Juarez – como forma de homenageá-lo postumamente.

Então, se algum dia a gente se cruzar por esse mundão afora e eu lhe disser um sonoro “uoooooop”, tenha a certeza de que te considero pra caramba!

I’ll be back.

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